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Insatisfeito com o recorde de maior número de assassinatos por PM's em 21 anos, Witzel vai buscar "drone sniper" em Israel

Insatisfeito com o recorde de maior número de assassinatos por PM's em 21 anos, Witzel vai buscar "drone sniper" em Israel
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 Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro vão a Israel comprar drone sniper desenvolvido para assassinar, à distância, soldados palestinos. Jornais cariocas noticiaram a visita a Israel para compra dos drones. Em entrevista à jornalista da Globo, Miriam Leitão, que foi ao ar na Globo News de quinta-feira, Witzel também anunciou que irá comprar serviços de treinamentos de snipers para "mirar e atirar na cabecinha" como falou com um sorriso para o jornal Estado de São Paulo.

O Estado do Rio de Janeiro vivencia diariamente cenas de abuso policial que terminam em morte de inocentes. Desde o caso Amarildo, que ainda não foi encontrado mas já foi esquecido. Ou o caso dos homens assassinados por policiais que confundiram sua furadeira com um fuzil (Hélio Ribeiro, morto em 2010 por policiais enquanto utilizava uma furadeira para fixar uma lona no terraço de casa. E João Victor Dias Braga de 22 anos, assassinado enquanto ia fazer um "bico" para complementar a renda da família no início deste ano.) Também temos o caso do garçom assassinado ao ter um guarda-chuvas confundido com um fuzil no ano passado. E como esquecer do músico, assassinado dentro do seu carro alvejado com 80 tiros ao confundirem seu violão com um fuzil. Em todos estes casos, ninguém foi preso. Alguns destes assassinos de farda já foram absolvidos, os outros aguardam o fim das investigações, mas já sabemos como termina.

Só no primeiro trimestre deste ano, a Polícia Militar do RJ conseguiu bater recorde de mortes em "confrontos". Nos últimos 21 anos, a PM do RJ nunca matou tanto. São aproximadamente 5 mortes por dia no Rio de Janeiro, causadas pelos policiais. O script é sempre o mesmo: Jovens negros, pobres em suposto confronto com a polícia são mortos. Dias depois são descobertas provas de que o jovem não estava armado, como o motociclista paranaense, ou que os jovens estavam rendidos e foram assassinados dentro de casa, como no morro do Fallet.

A pergunta que fica é a seguinte: Quantos guarda-chuvas, furadeiras, celulares ou seja lá qual for a desculpa dos policias, serão confundidos agora com o novo brinquedo de guerra que o governador vai trazer?

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